Seus atos valem muito mais que palavras

Sexta-feira, 07 de Outubro de 2011

As três mulheres que dividirão o Prêmio Nobel da Paz deste ano têm em comum a luta por maior espaço da mulher na sociedade, e pelos direitos humanos em geral.

Segundo as palavras do comitê Nobel, que anunciou a premiação em Oslo nesta sexta-feira, a presidente da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf, a ativista Leymah Gbowee, também liberiana, e a jornalista e ativista iemenita Tawakkul Karman se destacaram por suas 'lutas não violentas pela segurança das mulheres e pelos direitos das mulheres de participar do trabalho de construção da paz'.

'Não podemos alcançar a democracia e a paz duradoura no mundo a menos que as mulheres alcancem as mesmas oportunidades que os homens para influenciar o desenvolvimento em todos os níveis da sociedade', afirmou o presidente do comitê, Thorbjöern Jagland.

Saiba mais sobre a vida e a carreira das premiadas.

Ellen Johnson-Sirleaf

Ellen Johnson-Sirleaf (Foto Reuters)

"Ellen Johnson-Sirleaf"

Economista com formação nos Estados Unidos e ex-ministra das finanças, a presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf, foi a primeira mulher a se tornar chefe de Estado na África em janeiro de 2006.

Conhecida em seu país como 'a dama de ferro', Sirleaf garimpou a maior parte do seu apoio entre as mulheres liberianas e a pequena elite com mais acesso à educação no país.

A atual presidente, nascida em 1938, tem em seu currículo passagens pela ONU e o Banco Mundial, além de ter encabeçado o Ministério das Finanças da Libéria nos anos 1970, durante o mandato do então presidente William Tolbert.

Durante seu governo, Johnson-Sirleaf pôs em marcha programas de educação para mulheres e criou um tribunal especial para casos de estupro - rompendo um tabu na política do país.

Ela tem sido criticada principalmente por sua ligação com o ex-líder Charles Taylor, que se tornou um proeminente 'senhor da guerra' africano após o assassinato do ex-presidente da Libéria, Samuel Doe, e acabou se elegendo presidente do país.

Em um depoimento na Comissão da Verdade e Reconciliação da Libéria em 2009, Sirleaf admitiu ter apoiado Taylor inicialmente, mas disse que foi ludibriada a crer que a guerra era necessária para causar uma mudança no país.

Leymah Gbowee

A também liberiana Leymah Gbowee é o rosto mais conhecido do seu país no que tange aos esforços de paz. Ela esteve no centro de um movimento que levou ao fim da segunda guerra civil na Libéria, em 2003, e à eleição de Johnson-Sirleaf.

Leymah Gbowee em foto de arquivo, de 2009

"Leymah Gbowee"

Embora o conflito na Libéria não tivesse causas diretamente ligadas à religião, Gbowee percebeu que havia tensões entre cristãos e muçulmanos, e trabalhou com mulheres das duas religiões para buscar entendimentos. Ela incentivou as mulheres a realizar as chamadas 'greves de sexo', rejeitando sexo com seus parceiros em busca de um objetivo.

Foi trabalhando com ex-crianças que lutaram como soldados no exército de Charles Taylor que a assistente social e mãe de seis filhos percebeu que 'qualquer mudança dentro da sociedade (liberiana) teria de partir das mães'.

A mobilização foi importante em forçar o regime de Charles Taylor a negociar a paz com rebeldes, nos esforços subsequentes de desmilitarização do país e na própria eleição de Sirleaf. Leymah Gbowee se tornou depois a cabeça da Comissão da Verdade e Reconciliação da Libéria.

Ativista com diversos prêmios recebidos por trabalhos humanitários, sobretudo em relação aos direitos das mulheres, Gbowee é desde 2006 a diretora-executiva da Rede Paz e Segurança - África, uma organização que trabalha com mulheres na Libéria, Costa do Marfim, Nigéria e Serra Leoa para gerar transformações positivas através do ativismo pela paz, educação e política eleitoral.

Tawakkul Karman

Terceira homenageada com o Prêmio Nobel da Paz de 2011, a jornalista do Iêmen Tawakkul Karman é uma figura proeminente do maior partido de oposição iemenita, Al-Islah, e diretora da organização Women Journalists Without Chain ('Mulheres Jornalistas sem Correntes'), fundada por ela em 2005.

Tawakkul Karman durante manifestação pró-democracia em Sanaa, no Iêmen, em fevereiro deste ano

"Tawakkul Karman durante manifestação pró-democracia em Sanaa, no Iêmen, em fevereiro deste ano"

Em uma sociedade altamente dominada pela presença masculina, a jornalista e mãe de três filhos tem liderado desde 2007 manifestações pacíficas pedindo maior poder para as mulheres e mais atenção aos direitos humanos.

O comitê do Nobel reconheceu os esforços de Karman na luta pelos direitos femininos no Iêmen durante a chamada Primavera Árabe, 'nas condições mais difíceis', nas quais Tawakkul chegou a ser presa e liberada duas vezes.

Ao saber do prêmio, a jornalista disse que dedicava o seu Nobel 'à juventude da revolução no Iêmen e ao povo iemenita'.

No início deste ano, ao visitar os Estados Unidos para receber o prêmio Internacional Women of Courage Award ('Prêmio Internacional Mulheres de Coragem'), ela foi elogiada pela secretária de Estado e a primeira-dama americanas, Hillary Clinton e Michelle Obama, por sua luta pelos direitos das mulheres.

publicado por o escriba às 18:50

Segunda-feira, 01 de Agosto de 2011

 

A biografia do prêmio Nobel da Paz de 1964 em plena era da segregação racial no maior país democrata em pleno século XX.A trajetória de um homem negro vivenciando os horrores da era negra na história dos Estados Unidos da América.Uma vida curta, apenas 39 anos (1929 / 1968), mas a dedicou numa luta diária de libertação humanitária e de diretos civis iguais.


Filho de um pastor batista cresceu na parte mais radical do segregacionismo, o sul dos Estados Unidos em Atlanta.
Praticamente deu continuidade a luta que seu pai já vinha desenvolvendo. Só que ao invés de ficar atrás de um púlpito como seu pai, Martin Luther King sentiu um forte apelo para protestar em atos e palavras, mas sem violência, pois não via como a igreja pudesse ajudar os negros a conquistarem seus direitos.

Assim foi que aos 15 anos ingressou na universidade para se formar advogado, mas logo percebeu que precisaria ser muito mais que um bom advogado para chegar ao coração dos homens.

E em 1947 aos 17 anos ingressou em um seminário para concluir seus estudos teológicos, e justamente neste ano houve a independência da Índia. Ficou fascinado pela historia de luta de Gandhi e isto muito o comoveu. Também neste ano foi ordenado pastor na igreja de seu pai, mas só aos 25 anos (1954) é que assumiu o lugar do pai e no ano seguinte tornou-se Doutor em Teologia.

E foi justamente neste ano no dia 1º. de dezembro que ocorreu o “Milagre de Montgomery”quando Rosa Parks uma mulher negra muita ativa, se negou a ficar de pé no ônibus ( tinha que dar lugar a um homem branco) e isto deu inicio a luta a pelos direitos civis dos negros á nível nacional. As consciências adormecidas se despertaram e em 1957 o Reverendo Martin Luther King já era uma figura de projeção nacional, tanto que Revista Time publicou uma matéria de capa sobre ele. Além de pastor era presidente e fundador da Conferência da Liderança Cristã do Sul (SCLC) e tinha dois empregos.

Neste ano ocorreu sua prisão de maneira tão arbritária como era de costume, tendo sido julgado foi condenado a pagar 10 dólares ou passar 14 dias na prisão. Ele optou em ficar na cadeia e pediu permissão para preparar uma declaração, o juiz lhe concedeu. King fez longo ataque ao preconceito racial.

Em seguida publicou um livro “A Caminho da Liberdade: a História de Montgomery” e percorreu o país para promovê-lo. Em 1960 King teve que tomar uma decisão muito difícil abandonar o sacerdócio e se dedicar exclusivamente a SCLC. Fazia palestras em universidades aos alunos negros e os incentivava a criar suas próprias entidades representativas e isto se alastrou. Era ano também de eleições e após a vitória de Kennedy foi recebido pelo novo presidente, sai decepcionado e compreendeu que era hora de lutar e não esperar pelos políticos. O ativismo entra em plena ação, mas muitos incidentes se sucederam, ônibus incendiados, processos judiciais, muito passeatas de protesto.

O Dr. King foi preso várias vezes injustamente. No dia 3 de abril de 1963, King tornou público o "Manifesto Birmingham" e viajou 500mil km e fez 350 conferências, muitas manifestações e passeatas ocorreram, mas com poucos resultados objetivos para os negros.

E em 1964 recebeu o prêmio Nobel da Paz. A Lei dos Direitos Civis, que garantia a integração das escolas e locais públicos foi assinada e King achou então que era hora de falar sobre uma lei sobre do voto do negro. O que foi aprovada em 1965, após muitos confrontos nas ruas, então passou a lutar para conseguir empregos e ajuda para os pobres. Surgiu então a Operação Cesta de Pão que foi liderada em Chigaco pelo pastor Jesse Jackson.

Mas chegou o ano de 1967 e o governo americano estava mais preocupado com a Guerra do Vietnã do que os seus negros pobres.

Em uma igreja em Nova York King fez um discurso contra a guerra e o Presidente Johnson ficou terrivelmente indignado. Isto não o desanimou pelo contrário pensou em organizar uma Marcha dos Pobres a Washington.

A marcha foi marcada para Junho 1968 e passou meses fazendo planos e recrutando pessoas.

 

Mas estourou um conflito entre policiais e garis e lixeiros da cidade de Memphis, pois as autoridades locais não reconheceram o sindicato e as reivindicações dos trabalhadores negros, então entraram em greve e houve muito confronto. 
Martin Luther King foi chamado para contornar a situação, contrariando seus assessores foi para lá. 
No dia 4 de Abril de 1968 na sacada do hotel em que estava, Dr. King foi atingindo mortalmente com um tiro no rosto. Seu funeral foi acompanhado por mais 60mil pessoas e no seu epitáfio está gravado:
Livre, finalmente, livre 
Graças a Deus Todo-Poderoso 
Estou livre finalmente”.



publicado por o escriba às 22:15

Terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

 

O tema central desta obra é a “experiência” pessoal vivida por trinta personagens históricos, conhecidos no meio cristão evangélico.

O autor é um renomado pastor Batista brasileiro, que enfatizou a radical mudança que ocorreu nas vidas destes heróis da fé, após terem um encontro real com Deus.

A maioria destes homens já era cristãos, até mesmo atuantes no trabalho ministerial.

Mas algo precisava acontecer em suas vidas, pois sentiam que suas carreiras eclesiásticas não estavam condizentes com aquilo que pregavam e ensinavam.

Havia um vazio, não por estarem em falta com suas lideranças ou com Deus, mas por que sentiam que o poder do evangelho tinha de ser algo muito mais forte do que pregar um eloqüente sermão.

Há base para o que se está falando, pois encontramos relatos bíblicos desta tal “experiência” mesmo nos dias de Jesus.

Até o próprio Messias teve que passar por este encontro divino.

O que é evidente em todos os casos é que essa experiência acontece em duas ocasiões distintas.

A primeira é na Regeneração ou o Novo Nascimento; a segunda, o Batismo no Espírito Santo.

E compilando as biografias destes servos de Deus que eles próprios deixaram registrados em seus diários, lemos das suas angústias, dos seus anseios e até desesperos entre o período existente entre a Regeneração e o Batismo do Espírito Santo.

Foi neste período que todos sentiram o vazio, sabiam que eram cristãos, mas ainda não eram plenamente cheios da graça de Deus.

E estamos falando de homens que são idolatrados na história da igreja evangélica.

Eis os personagens relacionados neste livro:

John Fletcher, John Wesley, William Booth, Samuel Morris, Hannah Whitall Smith, David Brainerd, Charles Finney, Dwight Lyman Moody, Jessie Penn-Lewis, Duncan Campbell, DR.W.E.Entzminger, E. Stanley Jones, F.B.Meyer, Natal Evans, Dr. A. B. Earl, Dr. John R. Abernathy, Dr. Raymond Edman, Dr. Oswald Smith, H.Kenneth Bedwell, Dr. R.A.Torrey, Billy Graham, Asbury Lowrey, Amanda Smith, João Hyde, Helen Ewing, Selina Shirley, Dr. Walter Wilson, Dr. A.J. Gordon e B. Conrad Pirkle.

Somente após o Batismo no Espírito Santo eles puderam realizar com êxito aquilo para qual foram chamados.

Plenamente cheios do espírito como nos dias do Pentecoste se tornaram ganhadores de milhares de almas.

Somente após o Batismo no Espírito Santo, as evidências de Cristo estavam latentes em seus sermões, nos aconselhamentos, no ensino da palavra e nos muitos sinais os seguiram.

Suas vidas mudaram de vidas infrutíferas para Vidas Poderosas.

publicado por o escriba às 19:01

Terça-feira, 11 de Janeiro de 2011
publicado por o escriba às 00:36

Segunda-feira, 10 de Janeiro de 2011

Golda nasceu em Kiev, na Rússia (atual Ucrânia), em 1898, mas uma difícil situação econômica forçou sua família a ir para os Estados Unidos em 1906.
Já em 1917, fez faculdade de Formação de Professores e casou-se com Morris Myerson, com que teve 02 filhos. O casal atuava no Partido Trabalhista Sionista quando em 1921 passaram a integrar o kibutz de Merchavia quando foram para a Palestina.
Sua vida de ativista política foi muito intensa, ocupou vários cargos dentro do partido até a declaração de independência de Israel em 14 de maio 1948. Tendo participado intensivamente como membro do Conselho Provisório de Estado. Golda foi, então, nomeada a primeira embaixadora israelense na URSS. Em janeiro de 1949, foi eleita para o primeiro Knesset (parlamento Israelense) e o primeiro-ministro Ben Gurion a nomeou Ministra do Trabalho da Seguridade Social, tornando-se a única mulher na Administração Em 1956, tornou-se Ministra das Relações Exteriores, cargo que manteve por 10 anos.Golda também presidiu a delegação israelense na ONU, de 1953 a 1966.
Com a morte do primeiro ministro Levi Eshkol, em março de 1969, Golda recebeu o convite para atuar como primeira-dama-interina e, em outubro do mesmo ano, foi eleita para o gabinete. Durante os seis anos seguintes construiu uma sólida reputação internacional como líder irredutível, porém coerente. A estadista renunciou em 1974, após a controvérsia sobre a falta de preparo de Israel para a Guerra do Yom Kippur, em outubro de 1973. Golda morreu em Jerusalém, aos 80 anos de idade, no ano de 1978.Destacou-se pelo esforço em manter á Paz no Oriente Médio.

publicado por o escriba às 19:20

Sexta-feira, 17 de Dezembro de 2010
A palavra Natal vem do latim natale, relativo ao nascimento. mundo ocidental cristão define o Natal como a celebração do nascimento de Jesus Cristo, e isso ocorre, todos os anos, no dia 25 de dezembro.Observando a história, podemos analisar que a comemoração do nascimento de Jesus, através de uma data especifica, era de pouco interesse dos cristãos.Visto que não há registro do dia especifico desse extraordinário acontecimento: o verbo se fez carne (João 1:1,14), os cristãos escolheram por si mesmos uma data para celebrar o Natal.Poderiam escolher outra data qualquer, mas a escolha recaiu sobre o dia 25 de dezembro, que era uma ocasião já consagrada no calendário do Império Romano pela grande festividade do Natal do Sol Invicto.Esta festividade era celebrada pelos adoradores do Sol (normalmente conhecidos com Mitra). O Mistraísmo era um culto que possuía algumas semelhanças com o cristianismo e, paradoxalmente, diferenças intransponíveis. Era uma religião de mistério, que concorria intensamente com o cristianismo na busca de fiéis. O Cristianismo entrou em conflito com essa religião e, finalmente, a venceu.A escolha de 25 de dezembro como data do nascimento de Jesus ofuscou as festividades do Natal do Sol Invicto dos pagãos e consagrou o dia do nascimento do verdadeiro Sol da Justiça, que para os cristãos é Cristo: Mas para vós, os que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça...(Ml.4.2).Dessa maneira, os cristãos daquela época cristianizaram um dia festivo do calendário romano, argumentando que Jesus é a verdadeira Luz. Pois o próprio Senhor Jesus afirmou em João 8.12 que Ele é a Luz do mundo.Foi uma maneira que esses cristãos acharam de considerar o feriado romano e trocar o objeto de culto, já que não tinham uma data especifica. Com isso, destruíram o culto pagão, condenando-o ao desaparecimento.Assim sendo, o Natal ao contrário de ser considerada uma festa pagã, é sim válido e de muita gratidão nos regozijarmos pelo acontecimento impar na história da humanidade:;Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade e Príncipe da Paz” (Isaias 9:6).
publicado por o escriba às 00:15

Segunda-feira, 11 de Outubro de 2010

 

Muitas vezes nós deixamos os nossos problemas piorarem simplesmente por não admitir que eles existem. 

Parece-nos que será muito mais simples evitá-los, ao invés de enfrentá-los e lidar com eles com a atitude correcta.

O problema é que na tentativa de evitá-lo, o problema se torna mais doloroso do que quando ele surgiu.

Pode parecer irónico, mas a melhor maneira de limitar a dor na vida de alguém é aceitando o fato de que certas dores são mesmas necessárias.

Aceite o fato de que a vida está mesmo cheia de problemas e é através das dores da tentativa de resolver esses problemas que aprendemos e crescemos.

Infelizmente, muitas pessoas vivem num constante estado de negação, trazendo para si mesmas uma dor ainda maior.

O antídoto para esse deplorável estado mental é compreender que você é responsável por suas acções.

Porém, apesar de assumir a sua responsabilidade no problema, você não precisa necessariamente ser definido por aquilo que você fez.

Todas as pessoas cometem erros.

O velho chavão “errar é humano” tem ainda a sua propriedade.

Dê uma examinada corajosa no problema e busque realística e inteligentemente a melhor maneira de resolvê-lo.

A vida está cheia de desafios.

Tenha a coragem de olhar esses desafios de uma maneira clara e objetiva e você irá perceber que, na realidade, os seus problemas nada mais são do que maravilhosas oportunidades .

“Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados e eu vos aliviarei.

Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma” Mt. 11:28,29

publicado por o escriba às 22:55

Sexta-feira, 03 de Setembro de 2010

Diz-nos o dicionário que Amizade significa: sentimento de quem é amigo, afeição recíproca entre duas pessoas, simpatia, estima, boas relações amor, dedicação, benevolência...

 

Estes dias li em um cartaz :

 

Web, emails, blogs, scraps, sites..... mas ainda me sinto sózinho !

 

Lendo estes conceitos percebo que nos dias atuais em meio ao mundo tão agitado, onde corremos desde que levantamos até ao adormecer, não temos mais tempo de usufruir todo bem que um verdadeiro amigo nos faz.


Aquela amizade sincera, gostosa, que dá prazer para os dois lados, pois um amigo não é só aquele que ri quando você está feliz, e sim aquele que chora quando tu estas triste.

 

Na amizade tem que haver dupla troca, ou seja, não pode apenas um se beneficiar com a amizade.

 

Para um amigo não se precisa pedir favor, ele mesmo percebe tua necessidade; também não é preciso pedir segredo, pois ele saberá que não deverá contar a outrem teus segredos.

 

Para um amigo nunca vais ter que pedir desculpas, pois não fará nada para magoá-lo, e nem será necessário convidá-lo para o teu aniversário, pois ele terá prazer em ir felicitá-lo e nas horas difíceis será o primeiro a chegar.

 

Por estas e outras tantas razões vejo que a amizade é o bem mais precioso que nós temos.

 

Refletindo sobre isso me pergunto:

 

Por que está tão difícil termos amizades hoje?

 

Será que não estamos nos dando o suficiente para o nosso amigo ou vice-versa?

 

Será que estamos procurando amigos só quando estamos em dificuldades e não percebemos as dificuldades dele?

 

. “Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo”. (que é o amor) Gal. 6:2,7.

publicado por o escriba às 03:30

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